Na noite de terça-feira (26), o Prêmio Consumidor Moderno de Excelência em Serviços ao Cliente, o Oscar da Experiência do Cliente, chegou à sua 26ª edição. Considerado o mais tradicional reconhecimento brasileiro às empresas que se destacam pela excelência na experiência do consumidor, o evento celebra não apenas resultados, mas um compromisso real das marcas com a entrega de valor por meio de conexões genuínas e, principalmente, humanas.
Promovido pelo Grupo Padrão e pela revista Consumidor Moderno, o Prêmio consolidou-se ao longo das últimas décadas como um termômetro da evolução do mercado de consumo no País. Além disso, é conhecido por antecipar movimentos e impulsionar empresas a colocarem o cliente no centro de sua estratégia de negócios.
“A gente celebra quem escolhe fazer diferente. Quem escolhe fazer melhor. Quem escolhe encantar o cliente – e não apenas cumprir tabela. Celebramos quem escolhe a excelência como sua marca”, destaca Roberto Meir, fundador e CEO do Grupo Padrão, durante a abertura do evento.
Prêmio Consumidor Moderno: Transformação do CX
O papel transformador da premiação há mais de duas décadas influencia a forma como as companhias brasileiras pensam, estruturam e executam suas estratégias de relacionamento com o consumidor. O Prêmio é uma conquista construída dia após dia pelas empresas que transformam desafios em oportunidades, tendências em prática e promessas em realidade, sempre com o objetivo de colocar o consumidor no centro.
Além disso, o atual momento é de transição e aceleração tecnológica. Em um cenário marcado pela disseminação da Inteligência Artificial (IA), excelência não é sinônimo apenas de eficiência ou automação.
“Hoje em dia, a palavra de ordem nas empresas é ‘eficiência’”, reforça. “A tecnologia está aí para isso mesmo: automatiza, escala, personaliza, faz muito mais com menos. Temos a fortuna de viver na era da IA. Isso é fantástico. Poder compartilhar informações, conteúdo, pensamentos, ideias, sugestões e contar com uma IA ao nosso lado para personalizar, customizar e resolver problemas em tempo real é inspirador.”
A defesa da humanização dos serviços e do equilíbrio entre o digital e o humano estiveram no centro do evento, e fazem parte do cotidiano das empresas no mundo atual. “Porque excelência não é só sobre soluções e respostas rápidas. Isso é commodity. Excelência é deixar marca. É criar conexão. É surpreender. E sabem quem faz isso? Gente. Pessoas. Humanos”, ressalta.



Tecnologia com alma no CX
Em um mercado cada vez mais orientado por dados, algoritmos e KPIs, é importante que os líderes não se prendam às métricas de anos atrás que, segundo Roberto Meir, não contribuem para trazer as mutações do consumidor para o centro da estratégia. “Como trazer resultados diferentes, repetindo práticas e ideias do passado? O momento atual demanda mais ousadia de nossas lideranças. Para subir a régua de verdade.
Nesse cenário, é importante também valorizar serviços premium como parte de uma estratégia de diferenciação. “Encantar custa, sim. Mas não encantar custa muito mais”, pontuou. Além disso, nesse cenário, é importante entender que o encantamento não é sobre ser só humano ou só digital. É sobre ser os dois. Assim, é possível usar a tecnologia e a IA para tirar o atrito do caminho, descomplicar e deixar o humano brilhar onde faz sentido, seja no detalhe, na emoção, ou na dúvida que ninguém previu. “É aí que mora a magia. E isso não é luxo. Isso é estratégia”, destacou.
A missão
A cerimônia reforçou a missão do Prêmio Consumidor Moderno de Excelência em Serviços ao Cliente: reconhecer não apenas as empresas que alcançam bons indicadores, mas aquelas que têm coragem de transformar promessas em experiências memoráveis.
“Estamos aqui hoje justamente, para reconhecer quem entendeu essa equação. Quem trata a experiência não como um segmento ou área, mas como um pilar de cultura e gestão estratégica. Quem transforma cliente satisfeito em fã. Em defensor da marca. IA em todos os cantos, onde iremos manter e prestigiar o toque humano, justamente para se diferenciar e agregar valor percebido? Essa é a pergunta de bilhão.”










