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Tecno-arte: quem é o Leonardo Da Vinci dos nossos dias?

Tecno-arte: quem é o Leonardo Da Vinci dos nossos dias?

Durante o Pixel Show, o diretor-executivo de Conhecimento do Grupo Padrão, Jacques Meir, apresentou um ousado conceito que envolve arte e tecnologia. Veja

O passado está lotado de artistas: desde Leonardo Da Vinci (que visitou diversas áreas de criação e da ciência), até a banda The Beatles (que foi capaz de “viralizar” antes mesmo de haver internet). Ao longo dos anos, eles foram identificados das mais diversas formas – sofredores, incompreendidos e até mesmo blasfemadores, por contestarem verdades “absolutas” impostas pelos detentores do poder de suas respectivas épocas.

Contudo, mesmo com todos esses “apelidos”, é inquestionável que cada um deles – Leonardo Da Vinci, Michelângelo, Caravaggio, Shakespeare, Picasso, Andy Warhol, Orson Welles, Will Eisner – retratou o espírito da época em que viveu. Cada uma dessas mentes foi direcionada para diferentes capacidades de criação, envolvendo imagens, sons, letras, cenas, suposições e muita, muita imaginação. Já conhecemos o resultado: por meio do que eles fizeram, pudemos conhecer o mundo de séculos anteriores.

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Os tempos atuais são diferentes. É possível que você já tenha tentado encontrar o “Leonardo Da Vinci dos dias de hoje” – e certamente se decepcionou, pois não encontrou um artista à altura desse grande gênio. Mas como é possível não haver nenhum outro artista capaz de impactar a história? Se o ser humano continua querendo se expressar, é fundamental que ele tenha um meio para isso.

Toda essa narrativa foi contada pelo diretor-executivo de Conhecimento do Grupo Padrão, Jacques Meir, no primeiro dia do Pixel Show, realizado em São Paulo. E, de acordo com ele, nos últimos 140 anos, o ser humano enxergou além da arte e começou a se expressar por meio do empreendedorismo.

Por isso, o grande segredo é que o Da Vinci dos nossos dias também está atrás de uma tela – mas está digitando, não está fazendo uma pintura. Para provar esse argumento, Meir cita grandes nomes, como Thomas Edison, Henry Ford, Steve Jobs, Jeff Bezos e Elon Musk.

Comunicação

Diante desse contexto, a forma como as pessoas trocam ideias e convencem umas às outras também mudou. Nasceu um formato que reúne códigos artísticos e os utiliza com o intuito de persuadir: a publicidade. “A arte trabalha a serviço de uma paixão, enquanto a publicidade trabalha a serviço de marcas”, explica o diretor-executivo de Conhecimento do Grupo Padrão. E é possível, também, reunir esses dois formatos.

Como exemplo de como a arte tradicional pode expandir suas fronteiras, Meir mostra uma campanha da marca Absolut, que traz um quadro de Salvador Dali ao fundo – além de outras ações publicitárias capazes de transmitir o pensamento de uma época – como a arte sempre fez.

 

Crédito: Pinterest

Até então, contudo, havia um modelo formal de comunicação, representado por uma via de mão única: marcas falavam, consumidores ouviam. Mas, então, chegou a internet. “Uma nova geração, os Millennials, decidiu criar novos formatos de organização do mundo, com o objetivo de eliminar dores e atritos”, explica o executivo.

Mudanças de perspectiva

Os smartphones, é claro, nasceram desse contexto, e foram potencializadores de grandes ideias como Uber, Netflix, Airbnb, entre outros. “Os empreendedores de hoje podem ser chamados de tecnologistas – artistas que escolheram a tecnologia como meio de expressão e a plataforma móvel como meio para impactar pessoas e conquistar seguidores”, argumenta Meir.

Esse novo conceito dá nome os artistas que, ao invés de usar pincéis, optam por códigos, teclados, memes, emojis. Mas, será que a arte perdeu a função? Meir defende seu ponto de vista – e responde que não. Ao contrário disso, ele olha para o presente de forma otimista. Com a chegada da Internet das Coisas, da Inteligência Artificial, de bits e códigos infinitos, o diretor-executivo de Conhecimento do Grupo Padrão define a chegada da tecno-arte.

É uma ideia ousada e a plateia não perde a oportunidade de perguntar: será que as pessoas estão mais apáticas com o uso do Facebook e de outras redes sociais? Meir acredita que não e, como argumento, lembra as Jornadas de Junho, no Brasil, e a Primavera Árabe, no Oriente Médio. A tecno-arte também pode mudar – e marcar – a história.

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