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DO HOME OFFICE AO TRABALHO HÍBRIDO: POR QUE É PRECISO FALAR SOBRE EMPLOYEE EXPERIENCE

DO HOME OFFICE AO TRABALHO HÍBRIDO: POR QUE É PRECISO FALAR SOBRE EMPLOYEE EXPERIENCE

Ouvir o colaborador e tomar decisões a partir do conhecimento obtido a partir daí é uma estratégia que independe do local de trabalho

AO LONGO DE 2020, UM DOS TEMAS MAIS RECORRENTES nas empresas foi o modelo de trabalho – presencial ou remoto. É fato que as conversas sobre home office não começaram no ano passado, mas torná-lo o principal modo de colaboração estava fora de cogitação para a maioria das empresas, até o início da pandemia de Covid-19 e do consequente distanciamento social. Após o mês de março, porém, isso mudou: aquelas empresas que tinham como aderir ao regime de trabalho remoto seguiram por esse caminho.

Com o avanço da vacinação, no entanto, surgem novos debates e a possibilidade de, de fato, adotar um modelo híbrido. Qual será, então, o futuro do trabalho? “Os modelos de trabalho remoto ou flexível vieram para ficar: as pessoas se adaptaram, se adequaram ao trabalho remoto e não teremos uma virada de chave contrária na mesma proporção, saindo do remoto para o físico”, afirma Vitor Simão, diretor Regional da Medallia.

Ele destaca que essa percepção vem de todos os dados e insights que a Medallia obtém a partir de suas tecnologias. Nesse sentido, aponta que a tentativa de adivinhar o futuro, um exercício que já era incerto de alguma forma, perdeu ainda mais valor diante das surpresas de 2020. No fim das contas, só é possível interpretar o que os dados mostram – e a notícia positiva é que eles trazem muita informação relevante.

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O home office segundo as descobertas da pesquisa Sense360 Return to Work

De acordo com a pesquisa Sense360 Return to Work, desenvolvida pela Medallia no mês de julho a partir de mais de 2 mil entrevistas e dados extraídos de apps, 36% das pessoas que desejam trabalhar em um modelo híbrido gostariam de ir ao escritório de dois a três dias por semana. Ao mesmo tempo, 32% desse público gostaria de comparecer de três a cinco dias por semana ao local de trabalho. 

No entanto, a pesquisa mostra também que 59% dos colaboradores defendem alguma forma de punição ou menor reconhecimento para aqueles que preferem continuar em casa enquanto outros, da mesma empresa, retornam ao trabalho presencial. Ao mesmo tempo, um em cada cinco acredita que a demissão ou a redução de salário seria uma alternativa justa nesse caso.

“Ainda existe uma visão de que o trabalho remoto não é produtivo, mas o ano de 2020 mostrou o contrário”, pondera Simão. Nesse sentido, ele destaca a importância de as empresas refletirem sobre a maneira como a produtividade é medida. “Existe um viés, especialmente no nível gerencial, que associa ‘ver o colaborador trabalhar’ a produtividade”, diz. “Porém, é preciso começar a ouvir o colaborador, entender essas percepções, analisar os resultados entregues por ele, para então começar a medir, com mais acurácia, o que ele tem realizado”, afirma. 

Employee Experience (EX), ou a experiência do colaborador, é a base que sustenta a experiência do cliente”

Comunicação e transparência

Ao mesmo tempo, Simão menciona a importância de oferecer meios para que o compartilhamento do ponto de vista aconteça. “O colaborador precisa saber que sua opinião vai ser reconhecida e que ações serão tomadas a partir disso”, explica.

Nesse sentido, a transparência ganha muita relevância. “Também é preciso deixar claro para o colaborador a maneira como ele é avaliado, como e quais resultados são esperados”, diz. 

“Employee Experience (EX), ou a experiência do colaborador, é a base que sustenta a experiência do cliente”, justifica. Por isso, na visão da Medallia, o colaborador deve ser tratado da mesma forma que o cliente, em termos de feedback: cada etapa da experiência precisa ser acompanhada de um feedback, para que o resultado seja positivo como um todo. Isso facilita que decisões gerenciais sejam  tomadas a partir da escuta do colaborador, em um processo de constante aprimoramento.

SUMÁRIO – Edição 282

As relações de consumo acompanham mudanças intensas e contínuas na sociedade e no mercado. Vivemos a era do pós-consumidor, mais exigente e consciente e, sobretudo, mais impaciente, mais insatisfeito e mais intolerante com serviços ruins, falta de conveniência, serviços deficientes e quebras de confiança. Mais do que nunca, ele é o centro de tudo, das decisões, estratégias e inovações. O consumidor é digital sem deixar de ser humano, inovador sem abrir mão do que confia, que critica sem consumir, reclama sem ser cliente, questiona sem conhecer. Tudo porque esse consumidor quer exercer um controle maior sobre suas escolhas e decisões. Falamos de um consumidor que quer respeito absoluto pela sua identidade – ativista, consciente, independentemente de gênero, credo, idade, renda. Um consumidor com o poder de disseminar ideias, que rapidamente se organiza em redes orquestradas capazes de mobilizar corações, mentes e manifestações a favor ou contra ideias, campanhas, marcas, empresas. Ele cria tendências e as descarta na velocidade de um clique. Acompanhar cada passo dessa evolução do consumidor é um compromisso da Consumidor Moderno, agora cada vez mais uma plataforma de distribuição de insights e conteúdo multiformato, com o melhor, mais completo, sólido e original conhecimento sobre comportamento do consumidor e inteligência relacional, ajudando executivos de empresas que tenham a missão de fazer a gestão eficaz de comunidades de clientes a tomar melhores decisões estratégicas. A agenda ESG, por exemplo, que finalmente ganha relevo na agenda corporativa, ocupa nossa linha editorial há muito tempo, porque já a entendíamos como exigência do consumidor no limiar da era digital. Consumidor Moderno também procura mostrar o que há de mais avançado em tecnologias, plataformas, aplicações, processos e metodologias para operacionalizar a gestão de clientes de modo eficaz, conectando executivos e lideranças em um ecossistema virtuoso de geração de negócios e oportunidades.

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