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Mobilidade como meio

Mobilidade como meio

Evento em São Paulo debateu os desafios de implantar tecnologia no varejo
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Tecnologias móveis estão no topo da lista do interesse dos varejistas. Mas elas não devem ser encaradas como um fim, como a última linha de investimentos do setor, segundo Luís Pinto, Manager na área de mobilidade, empresa de soluções para o varejo, que organizou evento sobre as tecnologias aplicadas ao setor em São Paulo. Segundo o executivo, há um longo caminho a percorrer quando o assunto é mobilidade no varejo. Ao contrário do que se imagina, o tema não envolve apenas ponto de venda, mas também a área operacional. ?São dois modelos: o corporativo, que trata da operação de loja, assistência de vendas, logística; e do consumo, que é a mobilidade a favor da fidelização, da marca, da compra?, afirmou.
 
Para que a aplicação de tecnologias móveis seja eficiente, é preciso que os dois modelos conversem. ?Tem de ter consistência nos vários canais?, disse. Essa tecnologia na operação ajuda o varejo a reduzir custos e aumentar a produtividade. Com ela é possível implantar processos logísticos mais eficientes, integrar estoques, alinhar processos globais e locais e alinhar as diversas equipes a um único propósito. No ponto de venda, vale a experiência de compra: o consumidor é atendido por equipes mais bem preparadas e conta com ferramentas que o ajudam a encontrar o que quiser, onde quiser e como quiser. ?Para o consumidor, a implantação da mobilidade na operação e nos pontos de venda envolve interação e uma escala de conceitos de valor?, avaliou Luís.
 
Fazer isso, contudo, não é fácil. Para que a tecnologia de mobilidade caminhe lado a lado com a rentabilidade do varejo, é preciso que ela sirva de suporte para um objetivo e posicionamento bem definidos. ?A mobilidade não é um fim, ela é um meio para a realização destes propósitos?, disse. Apenas a solução de venda mobile, por exemplo, não se traduz em uma experiência completa de compra. Luís ressalta que para esta aplicação o varejista precisa analisar o impacto de cada processo e estudar cenários.
 
Executivo do setor têxtil que esteve no evento e não quis se identificar contou o processo de implantação da mobilidade em sua rede. Segundo ele, o foco não foi na tecnologia, mas no negócio, e sob dois diferentes prismas: público interno, que precisa ser mais ágil nos processos, e externo, que demandava experiência de compras, ainda que dentro de uma operação de massa fast-fashion. ?Nosso mercado é mais complexo e quando se fala em tecnologia falamos de automatização dos problemas. Não queríamos isso?, disse. ?Para uma rede que requer escala, a maior aposta é em mobilidade para eficiência operacional.?
 
Durante o evento da Tlantic foram discutidas as diferenças da aplicação da tecnologia em redes que têm diferentes posicionamentos. Marcas de escala, que têm foco em expansão e consolidação de rede, demandam tecnologia para manter políticas de preços e sortimento. Por outro lado, redes com foco em mercados segmentados apostam na mobilidade com foco em atendimento e serviços. Na ocasião, a Tlantic apresentou uma solução que integra logística, loja, e-commerce e experiência de compra.

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