Premiumização: entenda por que quem faz lucra mais

A Apple, primeira e única empresa a alcançar a marca de U$ 3 trilhões em valor de mercado, é um exemplo para sempre aprendermos.

A maioria dos brasileiros, quando viaja para o exterior, busca uma Apple Store para vivenciar não apenas as incríveis inovações da empresa, mas também uma experiência muito superior à realidade da maior parte do varejo mundial.

Inaugurada há 22 anos, a primeira loja da Apple já trazia o conceito de “sinta-se bem aqui e usufrua de todas as comodidades de minhas tecnologias”, seja para ler e-mails, seja para jogar ou ouvir música.

O mais incrível é que a Apple, constantemente, lidera o ranking de faturamento por metro quadrado entre todos os varejistas do mundo, inclusive quando comparada à Tiffany, com suas joias e diamantes.

A experiência criada pela Apple é premium, praticamente incomparável. Mas podemos encontrar outros grandes exemplos nas marcas de luxo.

Basta lembrar do império LVMH – detentor de mais de 70 marcas, entre elas Louis Vuitton, Fendi, Givenchy, Sephora e Moët et Chandon –, que conseguiu aumentar o faturamento e a capitalização em plena pandemia, tornando o fundador, Bernard Arnault, o terceiro homem mais rico do mundo.

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