Ao contrário de gerações anteriores, os jovens da Geração Z encaram o individualismo como busca por autenticidade.
É quase impossível compreender a dinâmica da Geração Z a partir de uma visão geracional distinta. Essa geração não se enquadra em definições simples e classificações fáceis.
Jovens com acesso inédito a informações multifacetadas, volumosas, fragmentadas, este grupo deixou de lado convenções e abandonou princípios que acompanham gerações e gerações ao longo da história.
Eles são ansiosos, conectados, rápidos, impacientes e questionadores. Mas, substancialmente, são individualistas.
Não no sentido consagrado do termo, alusivo à acumulação incessante de capital e bens materiais, mas no direito ao exercício de identidades.
Estão buscando e construindo uma relação com a afirmação de uma nova identidade ou da capacidade de entender e se localizar em espaços próprios e territórios de informação diversos.
O individualismo da Geração Z se dá na experimentação de identidades e uso de informação.
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