A Geração Z é a mais insatisfeita com serviços de saúde comportamental.

Em vez de recorrer aos atendimentos tradicionais, jovens buscam informações nas redes sociais e no atendimento emergencial.

A Geração Z apresenta índices mais baixos de bem-estar emocional e social do que suas antecessoras.

Os jovens são mais inclinados em declarar que foram diagnosticados com alguma condição de saúde comportamental, como transtornos e doenças mentais e uso de substâncias.

É também a geração que afirmou ter mais necessidades sociais que não são atendidas, como emprego, educação, alimentação e transporte.

A consultoria McKinsey reuniu diversos de seus estudos geracionais sobre saúde comportamental e bem-estar.

O resultado é um retrato de como a Geração Z encara sua percepção de saúde mental, de cuidado e suas queixas em relação a atendimento.

É a geração mais atenta a temas de saúde mental e comportamental, mas relata dores e desafios relevantes. Entre a Geração Z, um em cada quatro afirma se sentir estressado emocionalmente.

Em comparação, apenas 13% entrevistados das gerações X e Millenial afirmaram o mesmo. Já 8% dos Baby Boomer atestam sentir a mesma condição.

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