Quase a metade das criptomoedas falhou na captação de recursos

Quase a metade das criptomoedas falhou na captação de recursos

Por: Editor CM 2.585 views

A afirmação foi feita a partir de um levantamento que considerou as 902 criptomoedas lançadas em 2017. Entre os motivos do insucesso estão desde o desinteresse de investidores e até casos de fraude

Um levantamento produzido pelo site Bitcoin.com e TokenData mostrou que quase a metade das moedas virtuais (ou criptomoedas) criadas em 2017 falharam na captação da Oferta Inicial de Moeda – ou Initial Coin Offerings, mais conhecido como ICO.

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De acordo com o levantamento, 46% das 902 moedas virtuais lançadas no ano passado simplesmente não conseguiram “levantar” dinheiro para suas empreitadas digitais. Desses 46%, 142 criptomoedas não conseguiram financiamento. Além disso, o estudo mostrou que em 276 casos o financiamento sumiu pouco a pouco ou simplemente revelou ser uma ação fraudulenta – tais como as famosas pirâmides.

criptomoeda

O levantamento é interessante. O Tecmundo reproduziu ainda um levantamento feito pelo site Engadget, que revelou relata que outras 113 ICOs sumiram das redes sociais (um indício de que o interesse nelas acabou) ou têm tão poucos adeptos – o que seria um forte indício da proximidade de um fracasso da cripto iniciativa. Quanto às demais moedas, apenas algumas conseguiram levantar mais de US$ 10 milhões, mostrando que somente um pequeno número está realmente fazendo sucesso.

É importante comentar que o insucesso “em massa” de determinadas criptomoedas não era segredo para muita gente. O motivo? Além das metas absurdas de faturamento, muitas cryptocurrencies focavam somente em alguns nichos (como imóveis ou odontologia), enquanto certas empresas — como a Kodak — criaram moedas virtuais apenas para ganhar uma rápida “turbinada” no valor de ações.

Em 2018, as ICOs ainda estão bem atraentes como opção de investimento, mas é esperado que novas ondas de criptomoedas também não consigam decolar tanto quanto as mais populares (como o bitcoin e a IOTA), dado o histórico do ano passado.

Com informações do Tecmundo

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