Conheça a mais nova assistente virtual: a Aura, da Telefónica

Assistente da gigante espanhola é apresentada um ano após promessa da Telefónica de avançar no terreno de empresas como Amazon e Google. Brasil está entre os primeiros mercados

Por: - 5 meses atrás

Não foi só a Samsung com o seu S9 que chamou a atenção no primeiro dia do Mobile World Congress. A companhia espanhola Telefónica lançou a sua assistente acionada por voz, chamada de Aura. A ferramenta será disponibilizada primeiramente em seis países – o Brasil está entre eles.

A medida foi tomada um ano após a companhia anunciar que estava em busca de uma assistente para chamar de sua. Alexa, da Amazon, Google Assistente e Siri, da Apple, vêm conquistando cada vez mais espaço na vida dos consumidores.

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“Um ano atrás dissemos que queríamos que a inteligência artificial fosse a base da relação de nossos clientes conosco e estamos entregando esta promessa”, disse o presidente-executivo Jose Maria Alvarez-Pallete.

A Aura ficará responsável por facilitar a vida dos consumidores da Telefónica. Com ela, por exemplo, será possível ter acesso a dados como fatura, serviços contratados e tráfego de dados.

A ideia, no entanto, é fazer algo que não fique fechado somente na estrutura da Telefónica. Por isso, ela será integrada com ferramentas de terceiros, como o Facebook Messenger e assistentes virtuais de outras empresas, como Google e Facebook.

Por enquanto, a Aura fala quatro idiomas: espanhol, português, inglês e alemão. Além do Brasil, Chile, Argentina, Espanha, Reino Unido e Alemanha também poderão testar a plataforma em breve.

Atualização bilionária

A transformação digital da Telefónica vem chamando a atenção tanto pelos avanços quanto pelo dinheiro investido. De 2012 para cá, a companhia aportou € 56 bilhões em sua digitalização.

Essa pressa em se transformar também tem a ver com a dificuldade de empresas tradicionais acompanharem a velocidade de empresas de tecnologia. Outro fator: operadores vêm sofrendo com fortes regulações, que estão espremendo ainda mais as suas margens.